quarta-feira, 15 de junho de 2011

Biquini solar dá energia para iPod ou telemóvel

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Não se pode dizer que seja uma peça que prima pelo design, mas há que reconhecer que é bastante original. Um biquini que produz energia a partir do sol. Veja para crer.

(D.R.)
in Expresso

Flashmob da Escola de Tecnologia da Saúde de Coimbra revela cenário assustador


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Os alunos do curso de Saúde Ambiental da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Coimbra (ESTeSC) colocaram uma garrafa de plástico a dois metros de um ponto de reciclagem do Centro Comercial Dolce Vita, em Coimbra… e gravaram a reacção das pessoas.
No vídeo, os segundos vão passando e a garrafa continua, inacreditavelmente, no chão do centro comercial, revelando um cenário assustador de falta de cidadania por parte das pessoas. Finalmente, a garrafa é colocada, por uma jovem, no ecoponto.

Google investe milhões para promover energia solar

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A Google anunciou que vai investir 280 milhões de dólares para desenvolver o uso da energia solar em residências e empresas.
O dinheiro vai ser destinado à criação de um fundo que consiga auxiliar a empresa SolarCity a financiar a instalação de equipamentos em residências e empresas.
"Este é nosso maior investimento até agora num projeto de energia limpa, e eleva a 680 milhões de dólares o valor total que já aplicamos no setor", destaca o diretor do Google Rick Needham no seu blog.
"Continuamos à procura de outros projetos para investir em energias renováveis", disse Needham, acrescentando ainda que o acordo com a SolarCity irá permitir aos funcionários do Google obter equipamentos a preços reduzidos.
No mês passado, o Google anunciou um investimento de 55 milhões de dólares numa 'fazenda' eólica na Califórnia, após aplicar 100 milhões de dólares noutro projeto semelhante, no Oregon, em Abril.
Google também investiu 168 milhões de dólares para concluir um dos maiores projetos de produção de energia solar do planeta, no deserto californiano de Mojave.
in Sapo

terça-feira, 14 de junho de 2011

Oferta de artigos verdes cresceu 500%










Um guarda-chuva que transforma as gotas de água em energia, uma pen drive produzida com materiais biodegradáveis como milho, ou um biquíni que funciona como carregador solar de aparelhos electrónicos portáteis são apenas alguns exemplos dos produtos eco friendly que têm invadido o mercado. Uma tendência que tem vindo a acentuar-se desde 2007. Desde esse ano, e até ao final de 2010, o lançamento de produtos verdes cresceu mais de 500%, revela Carolina Afonso, especialista em marketing ambiental.


O desenvolvimento de artigos ecológicos esteve inicialmente concentrado em determinadas famílias de produtos, como o papel reciclado ou alimentos biológicos. «Hoje assistimos a uma proliferação de produtos ‘verdes’ em variadíssimas categorias», comenta.


Carolina Afonso destaca, por exemplo, «o esforço da indústria automóvel na aposta na mobilidade sustentável, com o desenvolvimento de automóveis híbridos, eléctricos e de hidrogénio, na busca de fontes de energia renováveis, bem como o desenvolvimento de equipamentos de electrónica de consumo com preocupações ao nível da eficiência energética».


Mas, apesar de existir uma vasta gama de produtos ‘verdes’ em Portugal, critérios como o preço ou a conveniência continuam a ditar «a fraca adesão que este tipo de produtos tem merecido por parte dos consumidores», lamenta a especialista. Aliás, na maioria dos países as fatias de mercado destes artigos não excede os 4%.


Outros dos obstáculos ao desenvolvimento do consumo ‘verde’, segundo um estudo da Ottman, é a ausência de informação sobre os atributos ecológicos do produto sentida pelos consumidores, pouca acessibilidade – pois muitos deles não estão massificados e, como tal, não se encontram disponíveis em todos os pontos de venda – e algum cepticismo em relação ao seu desempenho.


Mas Carolina Afonso prefere olhar com optimismo para o futuro desta indústria e acredita que o consumo de artigos ‘verdes’ vai aumentar, sobretudo em produtos que consigam ter atributos duplamente ‘eco’: ecológico e económico.


«Um bom exemplo são as lâmpadas fluorescentes vs. as incandescentes. Apesar do custo de compra ser desfavorável às fluorescentes, o consumo de energia é de tal forma inferior que, passado um ano, o consumidor já estará compensado do investimento inicial».


Desde o calçado e têxtil, passando pela construção até à alimentação, actualmente praticamente todos os sectores apostam no lançamento de artigos amigos do ambiente. «O consumo ‘verde’ é um fenómeno irreversível e a adopção de práticas verdes pelas organizações é essencial para que estas possam inovar e prosperar», sublinha Carolina Afonso.
in Sol

sábado, 11 de junho de 2011

Bill Gates defende ambiente livre de fumo do tabaco



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Bill Gates defende ambiente livre de fumo do tabacoO fundador da Microsoft, Bill Gates, encontra-se na China para alertar para a necessidade de se lutar por um ambiente sem fumo.


Bill Gates deu hoje uma conferência de imprensa em Pequim, em que se fez acompanhar pelo executivo chinês ligado à Internet, Robin Li, e pelo vice-ministro chinês da Saúde, Huang Jiefu, tendo encorajado os não fumadores da China a defenderem o seu direito a um ambiente livre de fumo e alertou para os perigos a que estão sujeitos os fumadores passivos.
Segundo dados oficiais, o consumo de tabaco está relacionado com a morte de, pelo menos, um milhão de pessoas todos os anos na China, país em que 30 por cento dos adultos fumam, ou seja, cerca de 300 milhões de pessoas, número equivalente à população dos Estados Unidos.
Os fumadores passivos estão sujeitos a problemas de saúde como asma, infecções respiratórias e cancro.
in Dn